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Tags : poema

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    (Sem título)

    Fui. Sou. Serei..., em fuisouserei21/2/2018 às 21:22

    Oiçam-me palavras! Façam-se assim, Livres de vós mesmas, Soltas de mim!   Oiçam-me amores! Revelem-se aqui, As vossas purezas belas, Entreguem-nas a mim!   Ouve-me ó vento! Que apareces assim, Livre de tu mesmo Passando sem destino nem fim.   Ouve-me ó vida! Que te fases (...)

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    impulso da criação

    Cecília, em narizdecera20/2/2018 às 09:11

    - Qual é o seu conselho para os escritores jovens? - Bebam, fodam, e fumem muitos cigarros.  - Qual é o seu conselho para os escritores mais velhos? - Se ainda estão vivos, não precisam do meu conselho.  - Qual é o impulso que o leva a criar um poema?  - O que é que te leva (...)

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    Sei eu (poema)

    Podenga, em podengaportuguesa20/2/2018 às 08:23

    Puxei-te para dançar e resististe Tinhas-me visto nos braços alheios e não gostaste e assim me castigaste por não me saber comportar.   Mas quando a noite acabar vais ser meu da mesma forma que os outros são e sem ter aperceberes vais implorar para me ter e nem sequer vais (...)

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    Ninguém se digna

    David Marinho, em domingoatarde19/2/2018 às 09:00

    Leviana a noite Que passa o tempo A misericórdia E vai sussurrando ao vento Essa moda do alento Da burrice e da concórdia.   Entre a espada e a parede Devia estar a vida e a morte Que tudo o resto se resolverá Ao acaso ou sem sorte Que ninguém aqui é lorde Nem santo ou entregue (...)

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    Pequena Elegia Chamada Domingo

    Rita PN, em atequeossentidostransbordem19/2/2018 às 07:20

      O domingo era uma coisa pequena.  Uma coisa tão pequena  que cabia inteirinha nos teus olhos.  Nas tuas mãos  estavam os montes e os rios  e as nuvens.  Mas as rosas,  as rosas estavam na tua boca.  Hoje os montes e os rios  e as nuvens  não vêm nas tuas (...)

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    Recordando... Herberto Hélder

    cateespero, em cateespero18/2/2018 às 23:00

    A CARTA DA PAIXÃO   Esta mão que escreve a ardente melancolia da idade é a mesma que se move entre as nascenças da cabeça, que à imagem do mundo aberta de têmpora a têmpora ateia a sumptuosidade do coração. A demência lavra a sua queimadura desde os seus recessos negros (...)

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    Cansaço, Álvaro de Campos

    dizquediz, em dizquediz17/2/2018 às 22:00

    O que há em mim é sobretudo cansaço —  Não disto nem daquilo,  Nem sequer de tudo ou de nada:  Cansaço assim mesmo, ele mesmo,  Cansaço.  A subtileza das sensações inúteis,  As paixões violentas por coisa nenhuma,  Os amores intensos por o suposto em alguém,  (...)

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    Em todas as ruas

    Folhasdeluar, em folhasdeluar15/2/2018 às 11:12

    Em todas as ruas há uma espuma esquecida Boca de coração a fingir espasmos de amor Pairas onde nenhuma água brota... como uma pele pálida e seca Onde as sombras vão beber a ternura de um sopro esquecido E onde tudo o que é esquecido é uma fonte de ruas compridas...e mortas...    

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    Just Because It’s Valentine’s Day

    By Sónia Monteiro, em aminhamalachanel14/2/2018 às 19:51

      “ Amar! mas dum amor que tenha vida... Não sejam sempre tímidos harpejos, Não sejam só delírios e desejos Duma doida cabeça escandecida... Amor que viva e brilhe! luz fundida Que penetre o meu ser - e não só beijos Dados no ar - delírios e desejos - Mas amor... dos (...)

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    O regresso

    francisco luís fontinha, em franciscoluisfontinha11/2/2018 às 20:28

    Que seja hoje o teu último dia na minha mão. Este meu corpo cansado das Avenidas embarcadas, Quando junto ao rio uma nuvem de noite me absorve, alimenta e mata.   O regresso.   Que seja hoje o teu último momento, (...)

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