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Tags : poema

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    Recordando... António de Sousa

    cateespero, em cateesperohá 58 minutos

    FADO DO NAVEGANTE   Meu lugre "Vento de Maio", todo pintado de azul, comprei-o nos mares do Sul a um pirata malaio.   Lá onde o céu é maior trafiquei pérola e copra; a todo o vento que sopra soube o caminho de cor.   Um dia, não sei porquê, (frágeis que são as (...)

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    Sentimentos que matam...

    Xana, em letitbe1há 2 horas

        Jogos de força e poder Abalam-me para além da razão, Dias que sinto não saber Porque se me fugiu o chão.   Preciso dele de volta Esse meu porto de abrigo, Chão que eu pise e sinta Que o tenho aqui comigo.   Perco a racionalidade O meu ser todo o fulgor, Nada é para (...)

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    Dinheiro (poema)

    Podenga, em podengaportuguesahá 7 horas

    Por dinheiro vencemos Por dinheiro cedemos Contra pompa e circunstancia Ridicularizamos Quem for preciso.   Com dinheiro somos Com dinheiro compramos Qualquer ética e moral O amor passa a ser carnal E sujeito a imposto.   Sem dinheiro sonhamos Sem dinheiro choramos Desejando (...)

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    Salvo Conduto Para Amar

    Cristina Sá Bragança, em pinceladagridocehá 10 horas

    Estarei a conduzir meu rumo mal, Para atingir o que penso ser ideal? Porque no meu mundo nada acontece. Que andei eu a aprender com o tempo, Valores, moralidade, foi só contratempo? Distração para fugir ao que me apetece?...   Tenho andado, por onde, sem saber, Estou como estou, (...)

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    Disputarás o ocaso das mãos...

    Folhasdeluar, em folhasdeluar16/10/2017 às 11:58

      Quando sentires que dentro do trigo há um itinerário de vida a desfilar pelos olhos Quando os teus passos cautelosos se escaparem por entre os nós dos teus pés Quando reclinares a cabeça sobre a velocidade do mundo Quando das casas se erguerem fontes onde cantam estrelas (...)

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    Morro-te

    Rita PN, em contame-historias16/10/2017 às 06:30

    Morro-te. Não te cumpri. Passaste por mim e eu não te vi amar à sombra da m'nha madrugada de negro pintada, envergando uma tela de um amor à janela que nunca vivi. Emoldurada, escureci numa entrega às mãos erradas que por estradas cortadas, me desviaram de ti.   Morres-me. (...)

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    Chove. Há Silêncio

    Rita PN, em atequeossentidostransbordem16/10/2017 às 06:25

      Chove. Há silêncio, porque a mesma chuva Não faz ruído senão com sossego. Chove. O céu dorme. Quando a alma é viúva Do que não sabe, o sentimento é cego. Chove. Meu ser (quem sou) renego...   Tão calma é a chuva que se solta no ar (Nem parece de nuvens) que parece Que (...)

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    Ragnarok

    Sr NeKro, em rimasipoesia11/10/2017 às 18:01

    Saudações senhores e senhoras! Por favor, aprocheguem-se bem perto! Hoje contarei uma história que é passada de geração em geração. Mas, pode ser terrível e horrorosa, atenção! Por isso, não são obrigados a ficar... !!!MAS!!! É a pura verdade dolorosa. Pois conta e (...)

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    Outono em flor

    francisco luís fontinha, em franciscoluisfontinha10/10/2017 às 19:14

    O corpo pincelado de noite, Quando da noite regressam as barcaças do Inferno, Não trazem destino, Como no Inverno, O menino… O menino recheado de luz e incenso verbo, Lá fora chora uma flor, Um pequeníssimo poema morre de dor… E o menino em febre, cansado da flor, Deita-se (...)

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    Saí...

    fashion, em fashioninthebag10/10/2017 às 06:40

        Saí do comboio, Saí do comboio, Disse adeus ao companheiro de viagem Tínhamos estado dezoito horas juntos.. A conversa agradável A fraternidade da viagem. Tive pena de sair do comboio, de o deixar. Amigo casual cujo nome nunca soube. Meus olhos, senti-os, marejaram-se de (...)

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