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Tags : poesia

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    Cantigas de oito pontos – “Amor p’ra toda a Vida”!

    Francisco Carita Mata, em aquem-tejohá 9 horas

    Quadras Tradicionais VII     (I) «O sol é que domina Toda a planta que há na terra O meu coração se encerra No teu peito, menina. Inda eras bem pequenina Já me caías em graça Que queres, amor, que eu faça Esta é que é a minha sina. »   ( Cantiga (I) “dita” por (...)

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    #2711 - CATÁLOGO BOTÂNICO DA PRIMAVERA

    \foleirices, em foleiriceshá 12 horas

    FIAMA HASSE PAIS BRANDÃO   CATÁLOGO BOTÂNICO DA PRIMAVERA   Principia a estação, com o seu ruído feito de sons de pássaros, que eu decifro. Mais difícil sinal são as cores várias, que despontam cada dia e eu vejo, ano após ano, iguais e singulares. Primeiro, um pouco (...)

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    Chuva

    kamini, em achintyahá 14 horas

    Quando vens de mansinho... apareces no beirado e arranjas pelo caminho... maneira de ver-te a meu lado   Procuro através das vidraças  as tuas lágrimas singelas... Aquela dor que disfarças.. Encontro-a nelas...   Agora chegas de nortada bates com força no vidro pareces (...)

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    A indiferença que murmura

    antonioramalho, em anpera21há 15 horas

      A indiferença   que murmura no que sonhas, nos caminhos do dizer, importa ao céu, entre a tristeza, nos instantes da madrugada que dirá o que deseja amar a guardar o segredo das lagrimas geladas por secar. Os meus olhos dizem o que oferece a nobreza, na forma para dizer, o que (...)

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    Luar...

    Filipe Vaz Correia, em canecadeletrashá 16 horas

          Poesia ao luar; Buscando em mim, Essa parte de ti, Que se esconde envergonhada, No céu iluminado, Noite estrelada, Celebrando em nós, Pedaços de um amor...   Poesia adocicada; Pincelada com canela, Navegando emocionada, Como um barco à vela, Por esse mar imenso...   O (...)

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    Napoleão Bonaparte. A Proclamação (Ato 1)

    Talis Andrade, em apoesiadesconhecidahá 16 horas

        A ninguém devo           o cetro de imperador General do povo           me coroei com as próprias mãos Os fiéis soldados           me consideram irmão Os humildes e miseráveis            me chamam de pai Tenho a ovação            (...)

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    Liége Vaz poesia

    Talis Andrade, em talisandradehá 16 horas

    SUPERAÇÃO   Caminhei por desertos de espinhos longos Que fizeram sangrar a minha carne dilacerada Pisando nas pedras pontiagudas do chão de lama Num tempo que transcorria sem sorrisos felizes No poço fundo das amarguras de dor cortante.   Curvei-me sobre o céu sem o brilho (...)

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    o corpo movendo a lua

    sonia'g, em andarporforahá 22 horas

        Canto bravio hino Tambores furores um ritmo De dança ancestral e rude.   Magia de cura homenagem A guerreiro sem voz Estampido o canto A incitar cadências   O corpo movendo a lua.   José Leon Machado   foto | Lisboa | dezembro'17

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    365 DIAS DE UM ANO... QUASE ACABADO

    Sílex, em sobretudocansaco9/12/2017 às 16:08

                Subi escadas,  desci calçadas atravessei avenidas deixei para trás...  quilómetros de asfalto e voei alto,  para aterrar.   Corri, atrasada. Caminhei sossegada,  sem o relógio se impor Cantei, chorei, ri, sofri e escrevi... sobre a vida, a morte,  (...)

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    CORRIGINDO

    izoton, em izoton9/12/2017 às 00:09

    NA HORA CERTA           Carlos estava dirigindo o seu carro, com Joana ao seu lado, quando um Guarda fez sinal para que ele estacionasse, no acostamento. E Carlos disse para a sua mulher:           — Caramba, Joana, eu estou ferrado!           Carlos (...)

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