Tags : poesia

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    Pura demência

    Sissi, em tudomudahá 2 horas

    Não é por não querer, nem por duvidar é apenas não encontrar lugar para acreditar. Não é medo interior nem tão pouco escuridão é simplesmente uma luz que falta dentro do coração. Não é pelo intento nem tão pouco pelo amor é só por não ser capaz de lidar com outra (...)

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    Lamento

    Isa Nascimento, em isanascimentohá 9 horas

    Não há maior solidão do que a que se sente Por querer falar e não ter quem escute Por querer partilhar e não ter com quem Por querer abraçar e não alcançar ninguém. (...)

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    Navegações

    Folhasdeluar, em folhasdeluarhá 10 horas

    Não me conheço . Vivo dentro da minha miopia de homem que não se conhece. É. Eu não me conheço. Acho mesmo que ninguém se conhece. Ninguém sabe quem é quando uma enxurrada de sonhos se desvanece. E menos sabe quem é quem se embriaga com a sua agonia.E quem se perde no (...)

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    A Poda Em Oeiras

    Tó Zé Rodrigues, em deoeirashá 22 horas

    A Poda em Oeiras                                                                     A Poda é um tema que me encanta, (...)

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    Gritar...

    Filipe Vaz Correia, em canecadeletras20/11/2019 às 10:10

      Queria gritar... Selvaticamente gritar... No horizonte trancado esse querer que se liberta. Queria gritar... Selvaticamente gritar. Nesta gruta onde me encontro, enjauladamente peregrino, peregrinadamente ansiando cada ritual carregado de hipocrisia, tão impiricamente ensaiado ao (...)

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    Fodem tudo

    David Marinho, em domingoatarde20/11/2019 às 07:00

    A linguagem é tão perigosa Que consegue ser indecente. Fodia-te como me fodem os dias E dito assim, assusta. Estremece. Não podes ser tu a dizer estas coisas porque tu não és assim. Então não posso. É indecente, eu sou indecente e morre a possibilidade de ser livre. É assim (...)

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    francisco luís fontinha, em franciscoluisfontinha19/11/2019 às 20:02

    Só. Estar sentado nesta esplanada. Só. Descer, correr, Só. Deitar-me na calçada. Só. Menino de Luanda. O cheiro do capim. Os musseques envenenados pela sombra de mim. Só. Correndo. Descendo. As escadas da saudade. Só. Chorando. Só. Quando durmo. Quando acordo. Só. Só. Sem (...)

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    Recordando... Sophia de Mello Breyner Andresen

    cateespero, em cateespero18/11/2019 às 23:00

    EIS-ME   Eis-me Tendo-me despido de todos os meus mantos Tendo-me separado de adivinhos mágicos e deuses Para ficar sozinha ante o silêncio Ante o silêncio e o esplendor da tua face   Mas tu és de todos os ausentes o ausente Nem o teu ombro me apoia nem a tua mão me toca O meu (...)

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    Pedra

    João Esteves, em ColdRage18/11/2019 às 06:00

    Já saí desse abismo Já pertenci ao penhasco, mas não sou Nem nunca vou ser aquilo que sonhaste esculpido Martelo à mão, mão ao trabalho Porque dá frutos E frutos mordem-se A maior parte desses insultos comem-se Quando dizem: És frio Também sou poluído, queres mergulhar no (...)

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    Deixo-vos letras

    Crepuscular, em crepuscular15/11/2019 às 21:01

            Deixo-vos letras. Pouca coisa. Fraco, feito. Deixo-vos todo o amor que o meu peito, consegue albergar dentro. E quando morrer prometo, viverá eternamente.    Deixo-vos humildemente, letras pobres como eu. Que hão-de brilhar no céu e reduzir a saudade. Não (...)

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