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Tags : poesia

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    Recordando... Helga Moreira

    cateespero, em cateesperohá 6 horas

    ANOITECE EM INFERNO A MINHA CASA   Anoitece em inferno a minha casa. Fico com este começo de verso a serenar a exaltação de não dizer nada. Deixem-me com este sorriso a morrer por uma sílaba mais real onde um verso me sossegue com unhas de lama e sangue, como garras. Anoitece (...)

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    Modernice

    Foureaux, em foureauxhá 6 horas

    Enfunando os papos, Saem da penumbra, Aos pulos, os sapos. A luz os delumbra. — Em ronco que a terra, Berra o sapo-boi: — “Meu pai foi à guerra!” — “Não foi!” — “Foi!” — “Não foi!” — O sapo-tanoeiro Parnasiano aguado, Diz: — ” Meu cancioneiro É bem (...)

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    O tempo que passe...

    Francisco, em fuisousereihá 7 horas

    Abandonei a esperança num lugar escuro E não tenho agora forças ou vontade de a encontrar. Deixei o pensamento esvair-se da mente Como o uísque da garrafa por onde bebo, E já não me faz esse agora tormento Pois já não me recordo do que estava a pensar. A garrafa encontro-a a (...)

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    Como É Bom Te Amar!

    Filipe Vaz Correia, em canecadeletrashá 12 horas

      Não sei se o papel abraçará todas as letras que solitariamente ameaçam esvoaçar, nem se desejo soltar livremente essa vontade de expressar, nesta singela escrita, o que atormenta a alma. Interrogações insistentes, num insistência que inquieta, inquietando (...)

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    Utopia sideral...

    daily bath, em dailybathhá 20 horas

      Um dia ouvi falar de ti... Diziam que eras supérfluo, distante. Mas eu não quis acreditar e por isso fui adiante! Chegaste sem pedido... Mas logo desaparecesse porque te sentiste rendido. Por mais que te tente provar, tu vais fazer de tudo para nunca te encontrar... Pois assim (...)

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    Neblina...

    Folhasdeluar, em folhasdeluarhá 21 horas

    A noite tombou na orla das marés A neblina cresceu...entornou-se sobre a areia Alguém passou...alguém sorriu... Quem?   Na sala...um espantalho espreita quem chega Na ruas explodem longos risos...cavernais Comprei o meu espanto numa rua de saldos O sono banha-me o lado (...)

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    Prefiro rosas, meu amor, à pátria

    Rita PN, em atequeossentidostransbordemhá 21 horas

      Prefiro rosas, meu amor, à pátria,  E antes magnólias amo  Que a glória e a virtude.  Logo que a vida me não canse, deixo  Que a vida por mim passe  Logo que eu fique o mesmo.  Que importa àquele a quem já nada importa  Que um perca e outro vença,  Se a (...)

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    Frequências

    Pedro Simão Mendes, em longingforcolors17/10/2018 às 22:05

    A frequência absoluta – e relativa – da minha solidão é alta. A dos teus abraços é baixa. Por outras palavras, é comum sentir-me só com os teus tão raros abraços.   escrito a 14.10.2018

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    Para lá do poente

    Rita PN, em contame-historias17/10/2018 às 14:56

    As nossas ruas já tiveram a delicadeza dos meus vestidos e as sombras da luz em sobressalto nos teus olhos. O temor das madrugadas no teu rosto que me bebia o sossego suave do amor, em eco deposto, na tua triste e fatal solidão. Já encostámos ao ouvido as arcaicas palavras do (...)

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